SOMOS TODOS IGUAIS, NÃO DESIGUAIS

Hoje em dia a sociedade de um modo geral vive em constante atrito, filho que mata pai, irmão que não fala com irmão por motivo banal, marido e esposa que mais parecem adversários do que cônjuge, sócios que se odeiam, e mais uma infinidade de casos que cada um de vocês com certeza conhecem.

Mas esta convivência pode ser pacífica a partir do momento em que aceitarmos que cada indivíduo tem suas características e não podemos mudá-las, com risco de perder a identidade e virar um zumbi.

No caso de duas pessoas de sexo oposto que firmaram matrimônio há cinco anos, já se conhecem tão bem que não poderia mais ter desavenças, porém é neste período que geralmente existem as piores crises, mas se fizeram uma escolha, namoraram, noivaram, fizeram curso preparatório, enfim, tinha tudo para viverem felizes pelo resto da vida, mas na prática não é assim, por quê?

Falta de respeito, precisamos entender e aceitar que cada pessoa tem seu estilo próprio, assim sendo passaríamos a aceitar a pessoa como ela é, e não ficar a vida toda tentando condicioná-la de acordo com nosso sonho de encontrar uma alma gêmea, aquele que imaginamos uma dia e que é tão perfeito que não existe, aceite as pessoas como elas são e com certeza viveremos mais felizes.

Quando respeitamos o próximo, causamos uma sensação agradável que volta em forma de respeito também.

Pense nisso: “Se aceito as pessoas, elas me aceitam?” Seja você e deixe o seu companheiro ser ele mesmo, ame as pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem.

Um abraço

 Carlos Serpeloni

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